Pra dizer um Oi

Oi pessoal

bom dia, boa tarde, boa noite!
Meu primeiro post no blog à convite do Leandro. Eu tinha até preparado um texto de discurso para esse momento mas ele ficou no meu trabalho. Tudo o que tenho aqui é uma xícara de chá de frutas vermelhas e o notebook sobre o colo (meu café da manhã dos campeões).

A idéia desse post surgiu dum pequeno conto que postei no facebook do Grupo Crônicas de Mil Mundos… Registrando um momento especial da aventura que marcou minha personagem. O conto surgiu do nada, eu nem sequer ia escrever sobre aquilo, apenas escrevi.

Sobre Alexiel… Ela é uma humana, Paladina de Torm, cerca de 26 anos (sim eu a rejuvenesci um bocado). O plano era que ela tivesse 29, uma mulher feita. Mas não é bem como ela tem se mostrado na mesa de jogo. Confusa, indecisa, por vezes fazendo escolhas erradas… Além de ter passado a infância num Templo da Ordem de Torm, criada como uma menina e treinada como um homem. Aprendendo a lidar com o mundo e as pessoas. Sua inexperiência e até mesmo sua grande coragem mostram que ela quase nada sabe sobre viver “lá fora”. Vou postar a história dela aqui mas preciso reescrevê-la. Já adianto que não escrevo tão bem quanto meus companheiros, então eu tento melhorar na medida do possível.

Eu queria um nome forte. Um nome masculino. Que começasse com A e terminasse com “el”, para um tom mais angelical. “Imaginem minha surpresa quando me deparei com Aleck e Aelle na mesa =D”

Pensei em Ariel. (Não, não pela pequena sereia.) Mas por ser um nome bíblico (sim, bíblico) que significa Leão de Deus. Também é o nome de: “uma colônia judia na Cisjordânia, um dos nomes da cidade de Jerusalém e de personalidade que exercia liderança no Tempo de Ezra (Esdras 8.16)”

Alexandre foi uma de minhas inspirações. Origem grega, significa defensor. Suas variantes me agradaram até que cheguei em Alexiel. Que além de ter a sonoridade desejada, possui um significado que tem muito a ver: Aquele que ajuda, Aquele que defende. Um nome que pode ser feminino ou masculino.
1,66… Cabelos de tamanho médio, volumosos de um tom chamado azul profundo. Escuro quase violeta. Olhos azuis muito claros. Pele branca. Armadura Full Plate negra de brilho azulado. Manto branco com capuz que às vezes oculta o cabelo. Espada longa de duas mãos. Não usa elmo. Rosto quadrado de feições fortes, mas de olhar inocente.

O resto fica por conta da imaginação e das piadas internas que não citarei aqui mas:

Segundo Andreas Pederastus e seu companheiro, “Gostosa pra caralho!”

(não sei como estes senhores chegaram a essa conclusão pois a armadura oculta o corpo quase completamente.)

Também gostaria que parassem de me perguntar sobre coloração de pêlos pubianos. Mas compreendo a curiosidade.

Enfim, vou parar de babar ovo aqui e vamos ao conto.

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