Quando a personalidade do personagem atrapalha o jogador

O processo de criação superestimado pode atrapalhar o desenvolvimento do seu personagem

Desde que os jogos de estratégia evoluíram para jogos de interpretação de papéis, o nosso famoso RPG, existe uma tendência para a interpretação de personagens.

Sistemas originalmente complexos deram lugar a estrutura de regras minimalistas, e o combate, cerne das campanhas de sistemas como D&D, tornaram-se secundários em frente a necessidade da construção de personalidades mais complexas do que o próprio jogador, muitas vezes.

Essa tendência teve seu Zênite com o sistema Storyteller, criado por Mark Rein*Hagen e seu “Vampiro – A Máscara”, em que os mapas táticos e habilidades de combate deram lugar à interpretação de uma nova forma: a do drama pessoal. Hoje os sistemas buscam o equilíbrios. Sistemas minimalistas ainda têm seu lugar, bem como os que prezam pela estratégia de combate. Nos sistemas de pontos entre vantagens/desvantagens, os jogadores usam as desvantagens psicológicas como maneiras de dar cor ao seu personagem.

Mas ainda temos a tendência de que nossos personagens devem ter uma origem única, um comportamento complexo, uma história recheada de reviravoltas… tudo isso antes de ele ser um guerreiro lvl 1! É tudo muito interessante, e temos a pretensão de criar personagens sempre únicos e inesquecíveis, mas quero apontar aqui 3 pontos que devem ser levados em consideração. Continuar lendo

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Monstros RPG

Monstros RPG

(kibei esse texto de algum lugar, não me lembro mais de onde)

O livro publicado originalmente em 1995 é um RPG de humor no qual os personagens assumem o papel de monstros e agem contra os humanos, sem muita inteligência e, segundo a introdução “de forma politicamente incorreta”. O livro chegou a ter um suplemento: um escudo do mestre com a aventura Rappa Kui (tiração de sarro com o nome original da Ilha de Páscoa, Rappa Nui).
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