Forgotten Realms – As Dez Cidades do Norte

As Dez Cidades do Vale do Vento Gélido

Material não oficial de campanha para Forgotten Realms e D&D 4.0

 

As Dez Cidades foram uma confederação de aldeias de pescadores localizadas em Vale do Vento Gélido , limitado individualmente pelo lagos Lac Dinneshere , Dualdon Maer e Redwaters , e da montanha Cairn Kelvin .

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O Ressurgimento do Eterno – Relatos de Eldeth – parte 0

Meu primeiro post! Demorou mas saiu a história de Eldeth. Ele é um senhor da guerra anão que tem como objetivo vingar seu clã, mas antes tem de descobrí-lo! Espero que gostem. ^^

Nossas sessões de jogo, relatadas pelos jogadores, romanceadas na visão de seus personagens.

Antes da história de Eldeth, tenho que contar a história de seu clã, ou melhor, seu antigo clã. Os Battlehammer, como eram chamados antigamente, eram uma família anã das terras do norte. Apesar do clima frio, os anões dessa região viviam no calor de suas fornalhas sempre acesas e suas escavações na rocha ígnea em busca de minerais diversos. Quando seu então líder, Cael Hammerforger, venceu o dragão Nidhogg usando apenas seu martelo incandescente da lava ao redor, o clã o homenageou com um novo sobrenome que se tornaria o novo nome do clã: Moltenhammer, mas isso fica para outra história. Com o tempo, anos depois da morte de Cael, seus filhos e netos, o clã Moltenhammer ganhou seu nome e prestígio, por forjar os melhores martelos e por ter os melhores anões para brandí-los. Outros clãs acabaram se fundindo a ele, de modo que os Moltenhammer se tornaram o maior clã anão das terras do norte. A mãe e o pai de Eldeth eram descendentes de famílias diferentes do clã. Ele um anão guerreiro filho de vendedores e ela uma forjadora e mãe de família. Se conheceram e logo se apaixonaram e casaram. Viviam uma vida feliz e normal até que tudo aconteceu.

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O Ressurgimento do Eterno – Crônicas de Tarak – Parte IV

Crônicas de Tarak – Parte IV

 

Nossas sessões de jogo, relatadas pelos jogadores, romanceadas na visão de seus personagens.

 

Tomo VII

Acordo antes de todos e volto à hospedaria. Encontro Aleck dormindo aos pés da cama de Alexiel. O homem deve ter tratado dela a noite inteira com suas rezas. É a primeira vez que o vejo dar esse tipo de atenção a alguém que não Aelle, que dorme com Eldeth em outro quarto. Andreas e seu guarda-costas chegam até a pousada. Não me preocupo em saber como eles nos acharam, uma vez que sabiam que viríamos para cá e também informam terem encontrado outros grupos de kobolds. A surpresa é que Aelle, não sei se ainda bêbado, os ataca no corredor da casa! A briga logo é apartada, mas mostra que esse homem é de temperamento incontrolável. Se esse grupo é uma armadilha de morte, este homem é o gatilho. Espero que ele dome esse temperamento, ou o grupo se dissolverá pelas suas mãos. E eu terei que pará-lo.

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O Ressurgimento do Eterno – Crônicas de Tarak – Parte II

Crônicas de Tarak – Parte II

 

Nossas sessões de jogo, relatadas pelos jogadores, romanceadas na visão de seus personagens.

 

Na saída de águas profundas, encontramos o homem que libertamos, ele chega sozinho, puxando um cavalo pelas rédeas. Aparentemente, o homem das vestes carmim e seu amigo se perderam na saída da taverna. Nós deveríamos ir atrás deles, podem ter sido presos ou coisa pior. Mas temos uma missão mais urgente: Levar justiça ao homem que havia escravizado aquelas pessoas, inclusive o gigante Aelle que agora se juntava ao nosso grupo tão insólito.

Aparentemente, ele estava pedindo dinheiro para nos acompanhar!! Não entendo isso. O homem havia sido escravizado, arrancado de sua terra e trazido a uma terra estranha. Tem a chance de buscar justiça e vingança e sem honra alguma se porta como mercenário? Começo a achar que fui precipitado ao me unir a esse grupo. Não conheço suas motivações e nem como vêem o mundo. Não sei por quanto tempo nossos caminhos trilharão a mesma estrada, e nem sei que perigos oferecerão caso venhamos a divergir.

Mas por ora, não importando as nossas motivações, seguimos viagem em direção a Águas Ruidosas. Lá, haveríamos de encontrar quem quer que tivesse unido esse grupo tão diferente em torno de um objetivo comum. E ele teria se arrependido desse dia!

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Quando a personalidade do personagem atrapalha o jogador

O processo de criação superestimado pode atrapalhar o desenvolvimento do seu personagem

Desde que os jogos de estratégia evoluíram para jogos de interpretação de papéis, o nosso famoso RPG, existe uma tendência para a interpretação de personagens.

Sistemas originalmente complexos deram lugar a estrutura de regras minimalistas, e o combate, cerne das campanhas de sistemas como D&D, tornaram-se secundários em frente a necessidade da construção de personalidades mais complexas do que o próprio jogador, muitas vezes.

Essa tendência teve seu Zênite com o sistema Storyteller, criado por Mark Rein*Hagen e seu “Vampiro – A Máscara”, em que os mapas táticos e habilidades de combate deram lugar à interpretação de uma nova forma: a do drama pessoal. Hoje os sistemas buscam o equilíbrios. Sistemas minimalistas ainda têm seu lugar, bem como os que prezam pela estratégia de combate. Nos sistemas de pontos entre vantagens/desvantagens, os jogadores usam as desvantagens psicológicas como maneiras de dar cor ao seu personagem.

Mas ainda temos a tendência de que nossos personagens devem ter uma origem única, um comportamento complexo, uma história recheada de reviravoltas… tudo isso antes de ele ser um guerreiro lvl 1! É tudo muito interessante, e temos a pretensão de criar personagens sempre únicos e inesquecíveis, mas quero apontar aqui 3 pontos que devem ser levados em consideração. Continuar lendo

Monstros RPG

Monstros RPG

(kibei esse texto de algum lugar, não me lembro mais de onde)

O livro publicado originalmente em 1995 é um RPG de humor no qual os personagens assumem o papel de monstros e agem contra os humanos, sem muita inteligência e, segundo a introdução “de forma politicamente incorreta”. O livro chegou a ter um suplemento: um escudo do mestre com a aventura Rappa Kui (tiração de sarro com o nome original da Ilha de Páscoa, Rappa Nui).
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